Justiça Eleitoral nega prisão de Anthony Garotinho
Agência Brasil - A Justiça Eleitoral negou ontem (5) o pedido de prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR). O juiz Glaucenir Silva de Oliveira da 129ª Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes, norte fluminense, disse na decisão que "não há fundamento para decreto da prisão, valendo notar que, por suas palavras e suas manifestações, o réu poderá ser acionado na Justiça por quem se sentir ofendido, possibilitando inclusive instauração de ação penal".
O pedido de prisão foi feito na última sexta-feira (2) pelo Ministério Público do Rio, com a alegação de que o ex-governador usava o blog pessoal para coagir testemunhas da Operação Chequinho, que investiga um suposto esquema de compra de votos em Campos dos Goytacazes, reduto eleitoral de Garotinho.
Garotinho foi preso em 16 de novembro do ano passado e chegou a ser levado para o Complexo Prisional de Gericinó, em Bangu. No mesmo mês conseguiu ser transferido para prisão domiciliar e posteriormente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revogou sua prisão, por meio de um habeas corpus.
Em nota, Garotinho afirmou que esse é o primeiro caso em que uma testemunha se diz constrangida por causa de uma publicação na rede social. “Ninguém é obrigado a ler o meu blog. Na verdade, o que desejam é impedir que eu fale. E isso é censura, já entendida como tal pelo TSE”.
Garotinho acrescenta que o juiz Glaucenir Silva de Oliveira não pode continuar à frente do processo por dois motivos: ele está sendo processado pelo ex-governador por denunciação caluniosa; e há contra Glaucenir um procedimento na Corregedoria de Justiça, por ele ter ordenado, no ano passado, a transferência de Garotinho de um hospital para uma UPA, contra orientação da equipe médica.
Garotinho diz ainda que todo processo da denúncia da Operação Cheque Cidadão é político, não havendo uma prova documental sequer, mas, apenas um testemunho de uma pessoa que já trocou sua versão seis vezes.
O pedido de prisão foi feito na última sexta-feira (2) pelo Ministério Público do Rio, com a alegação de que o ex-governador usava o blog pessoal para coagir testemunhas da Operação Chequinho, que investiga um suposto esquema de compra de votos em Campos dos Goytacazes, reduto eleitoral de Garotinho.
Garotinho foi preso em 16 de novembro do ano passado e chegou a ser levado para o Complexo Prisional de Gericinó, em Bangu. No mesmo mês conseguiu ser transferido para prisão domiciliar e posteriormente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revogou sua prisão, por meio de um habeas corpus.
Em nota, Garotinho afirmou que esse é o primeiro caso em que uma testemunha se diz constrangida por causa de uma publicação na rede social. “Ninguém é obrigado a ler o meu blog. Na verdade, o que desejam é impedir que eu fale. E isso é censura, já entendida como tal pelo TSE”.
Garotinho acrescenta que o juiz Glaucenir Silva de Oliveira não pode continuar à frente do processo por dois motivos: ele está sendo processado pelo ex-governador por denunciação caluniosa; e há contra Glaucenir um procedimento na Corregedoria de Justiça, por ele ter ordenado, no ano passado, a transferência de Garotinho de um hospital para uma UPA, contra orientação da equipe médica.
Garotinho diz ainda que todo processo da denúncia da Operação Cheque Cidadão é político, não havendo uma prova documental sequer, mas, apenas um testemunho de uma pessoa que já trocou sua versão seis vezes.

Nenhum comentário: