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Polícia caça milicianos que roubavam combustíveis da Petrobras

A polícia prendeu, nessa quinta-feira (16) cinco suspeitos de roubo de combustíveis em oleodutos da Petrobras em Caxias. Além da Baixada Fluminense, a operação "Ouro Negro" se estendeu a São Paulo e Minas Gerais. Segundo a Petrobras, o prejuízo com os roubos é de mais de R$ 30 milhões. Milicianos de Caxias estão sendo caçados pela polícia.

A quadrilha desviava combustível e petróleo dos dutos da Transpetro, na Baixada Fluminense, para revenda ilegal. Segundo a polícia, era usada a técnica da trepanação, que consistia na instalação de uma derivação clandestina na tubulação perfurada, sem a necessidade de fechar o abastecimento do produto.

As ligações clandestinas foram instaladas em vários terrenos em Caxias, Magé, Nova Iguaçu e, até mesmo, próximo ao Arco Metropolitano. Depois da extração de diesel, gasolina, álcool e até petróleo cru, tudo era levado para refinarias clandestinas em Minas Gerais e São Paulo.

No Rio de Janeiro, foram presos dois donos de combustíveis, o ex-policial militar Carlos Alberto Ferreira, o "Beto Cabeça" e Jane Pereira. O chefe da quadrilha no Rio, Denilson Silva Peçanha, o  "Maninho", está foragido. Também estão sendo procurados Roniery de Oliveira Alves, o “Roni”; Enderson da Silva dos Santos; Sularman de Oliveira, o “Sula”; Charles Augusto Ponciano; Renato Tavares de Oliveira; Renato Junior Santos de Oliveira, o “Renatinho”; Jaredes Bastos dos Santos Junior; e Adenir de Carvalho.

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